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AMOR DE MÃE!

O amor de uma mãe pelo seu filho é muito diferente do amor de um pai. O pai tem uma simples satisfação momentânea durante a concepção, que dura mais ou menos 10 minutos, até o ápice do prazer.

Para a mãe, é muito diferente. Desde o primeiro momento do ato sexual, a mulher já sente quando seu ventre foi fecundado. Daí para frente, são 9 meses de felicidade e aprendizado. O corpo se transforma, e algumas vezes a mãe sente um incômodo, um desconforto, embora esteja linda e radiante, coisa que nem sempre ela enxerga. É nesse momento, que a mãe precisa de toda a atenção e de todo o carinho do seu companheiro, mas, muitas vezes, ela percebe o desamor e a ausência dele, que a cada dia se torna mais constante. Os homens não sabem quanto sua presença é importante nesse período tão especial. Em alguns casos, eles até procuram uma amante, e não se interessam pelo que se passa com a gravidez de sua companheira, nem com os outros filhos, se os tiver.

Por outro lado, a mulher se sente como um pássaro no ninho, agasalhando seu filhote com um imenso amor - amor que só uma mãe pode dar.
Quando a mulher ama seu companheiro, ela o faz intensamente, porém, não há amor maior do que aquele que sentimos por quem nasceu de nossas entranhas, provocando uma profunda "dor" acompanhada da mais sublime satisfação que pode existir no mundo. A maternidade é o único amor incondicional da vida de uma mulher.

O amor de uma mulher pelo companheiro não diminui com a maternidade, mas seu filho estará sempre em primeiro lugar, e, como uma leoa, ela o defenderá a vida inteira, e será seu maior amor por todo o sempre.
Como é natural, o filho vai crescendo e, por muitos anos, a mãe é a coisa mais importante de sua vida, isto é, enquanto ele depender dela física e emocionalmente. Nesse período em que a mãe se doa inteiramente, muitas vezes, o pai fica por aí desfrutando o seu mundo.

Mas o filho cresce e torna-se adulto. Então, lentamente, vai se afastando da mãe, pensa que é auto-suficiente e que já não precisa mais de seus cuidados. A mãe sofre com a "ausência" desse filho, e, embora com o coração apertado, o deixa livre, porque o ama cada dia mais.
Geralmente, o filho sai sem dizer adeus, sem dar um beijo e sem sequer ouvir o "Deus te abençoe" que a mãe fala em sussurros.

Não é que os filhos deixem de amar a mãe, mas, com o passar do tempo, eles ficam mais individualistas e independentes, e essa angústia pela mudança radical dos filhos só abandona a mãe no dia em que ela não pertencer mais a este mundo.
Esse é o destino de todas as mães, porque o pai, na maioria das vezes, é ausente, não participa de muita coisa.
No entanto, quando os filhos conseguem atingir suas metas e se tornam pessoas bem-sucedidas, se esquecem de que a mãe sempre esteve - e sempre estará - ao seu lado, e que sofreu com cada tombo e cada derrota que eles encontraram pelo caminho, e também se alegrou com cada nova conquista que tiveram na vida. Mas, para a mãe não importa, ela continua amando e jamais abandona o seu filho.

NÃO HÁ AMOR MAIS PURO E SUBLIME DO QUE O AMOR DE UMA MÃE!